Quando Facebook, Instagram e YouTube se popularizaram, muito se falou nas transformações que o crescimento dessas plataformas trariam para a sociedade como um todo. Elas não só mudaram a forma como as pessoas consomem produtos e serviços, mas também como criam e consomem conteúdo. Nas redes sociais, cada subcultura promoveu o surgimento de milhares de comunidades e muitas outras milhares de pessoas se tornaram influentes nelas.

Os chamados influenciadores digitais amadureceram e se assumiram como ágeis empreendedores culturais, atuando como empresas de conteúdo, produção e mídia. Esse movimento fez com que surgisse uma nova organização de trabalho. Hoje essas pessoas trabalham desde a cocriação de campanhas, cobertura de eventos e até pesquisas.

E com esse crescimento cada vez mais constante do mercado de influenciadores é preciso entender o que as marcas esperam desses profissionais e também o que é necessário para você se diferenciar dos demais. Ou seja, o que estamos falando é: se influenciador passa a enxergar seu trabalho como uma profissão e não mais como um hobby, fica ainda mais evidente que a marca pessoal do influenciador deve se transformar em um modelo de negócio. Ser influenciador digital pode (e deve!) ser visto uma atividade empreendedora.

Algumas empresas oferecem orientações para auxiliar os ‘influencers’ com questões mais complexas da carreira. Dessa forma, esses profissionais passam a entender mais sobre a parte de fazer um contrato, abrir MEI e também sobre a produção e gestão de conteúdo. A KNN idiomas Guarapari, realizou uma noite super animada com os influenciadores digitais da escola oferecendo orientações, palestra, bate papo e dinâmicas.

Acompanhe no vídeo.

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